Paris, Palácio de Versalhes

Château de Versailles – Vista interna

Paris, 29 de novembro de 2014 – Dia 06

Acordamos nessa manhã de sábado e, para nossa surpresa, muitas das padarias, cafés e lanchonetes da cidade não estavam abertas. Parecia um dos nossos domingos aqui no Brasil. Percorremos a rua Linné, de nosso hotel, até a rue du Cardinal Lemoine, dobramos a esquina à esquerda e avistamos uma boulangerie com uma linda fachada. Caminhamos até lá e confirmamos que era mesmo uma loja muito bonita, onde compramos nossos sucos e paninis para o desjejum. De fato, pois estávamos na Rue des Boulangers com Rue Monge, onde pagamos 13,5E por paninis e sucos para 2. Como o dia seria longo e a padaria não tinha mesas, deixamos para comer mais tarde.

Pegamos o metrô até a estação Gare de Austerlitz, de onde acessamos o trem, RER, que leva a Versalhes, com destino à última estação subterrânea no círculo de Paris. Neste caso a Letícia seguiu com seu passe de metrô até a última estação a que dava direito e de lá compramos um novo ticket, em virtude de troca de trem, que não mais seria subterrâneo. O meu caso, como estava sem o” Paris Visite”, adquiri de uma vez um ticket já validado para esta troca de trem, em uma região mais próxima ao Palácio de Versalhes. (leia aqui também mais informações sobre o passeio no blog Conexão Paris.)

Para entrar no clima, o vagão tem suas paredes pintadas com imagens das suntuosas salas do Palácio de Versalhes, e oferece um pouco mais de conforto que os vagões frugais do metrô. Ali mesmo, desembrulhamos nossos sanduíches e fizemos o nosso lanche matinal.

Château de Versailles - calcadão da entrada
Château de Versailles – calcadão da entrada

Cerca de 40 minutos depois, desembarcamos na cidade de Versalhes, que é quase que anexa a Paris. Logo alguns metros à frente da estação fica o local de compra dos ingressos para o complexo, que compreende o Palácio de Versalhes, seus jardins, o Grand Trianon e o Petit Trianon. Pagamos 18E cada um pelas entradas, Le Passeport.

Caminha-se mais alguns metros adiante, dobra-se uma esquina e mais dois quarteirões, e aí está o portão dourado dos domínios do palácio, pátio no qual encontra-se, imponente, a estátua eqüestre de Luís XIV, o Rei Sol. Passa-se por uma recepção, onde apresenta-se os ingressos. E a partir daí, é só seguir o fluxo do tour.

Château de Versailles - vista externa do portão principal
Château de Versailles – vista externa do portão principal
Château de Versailles - Vista interna
Château de Versailles – Vista interna
Château de Versailles - vista interna
Château de Versailles – vista interna

Iniciamos pelo interior do Château, passando pelos aposentos que serviram por fim a Luís XVI, o quarto decorado em estampas florais de Maria Antonieta, os salões da guerra e da paz, a capela real (vista da balaustrada), a majestosa galeria dos espelhos. Pelas idas e vindas dos corredores, deixamos de visitar o quarto infantil, no andar abaixo. O roteiro dentro do palácio é pré-definido. Percorre-se de forma autônoma, com áudio-guides, em um circuito demarcado.

Château de Versailles
Château de Versailles – O último rei da França, Luís Felipe
Château de Versailles - lojinha interna
Château de Versailles – Lojinha interna
Château de Versailles
Château de Versailles
Château de Versailles
Château de Versailles

No palácio estão à venda, entre outras coisas, e em vários pontos, perfumes by Marina de Bourbon, cujo falecido marido, André de Bourbon e Parma, é descendente dos antigos monarcas. Dentro do local encontramos duas opções para a refeição do almoço: o restaurante Salon de Thé Angelina, versão premium, e a lanchonete que serve sopas e sanduíches. Como a maioria dos visitantes, ficamos com a segunda opção, por 15E cada.

Após forrar o estômago, era hora de conhecer os trianons, palácios menores, afastados do agito da corte, onde os monarcas franceses podiam se permitir um ambiente mais privado. Para isso, há a opção de alugar por 32E um carrinho movido a bateria, que leva 4 pessoas, ou pegar uma espécie de trenzinho de passageiros que desembarca na porta das atrações, o que fizemos.

Um filme que retrata o ambiente é o Maria Antonieta de Sofia Coppola, para uma compreensão de um dos momentos do palácio nas vésperas da revolução francesa.

Perdemos alguns minutos na espera da saída do “coletivo”, mas fizemos economia. O Grand Trianon, na era napoleônica, foi o reduto de descanso do imperador, e o Petit Trianon foi um presente de Luís XVI para Maria Antonieta – um lugar mais recluso, porém romântico (há uma espécie de gazebo em estilo greco-romano, conhecido como Templo do Amor), aconchegante e ornado de bastante natureza. Prepare o bolso: há lindos souvenires com o monograma e temas relacionados à controversa Antoine.

Château de Versailles
Château de Versailles – Sala dos Espelhos
Château de Versailles
Château de Versailles
Château de Versailles
Château de Versailles
Château de Versailles
Château de Versailles
Château de Versailles
Château de Versailles

A última rainha da França ainda encomendou fosse modelada uma “fazendinha” anexa ao Petit Trianon, onde pudesse exercitar seu lado mais simples e estimular nos filhos o contato com a terra. Infelizmente por falta de tempo não a visitamos.

Vista do Trenzinho – Carro para conhecer parte externa
Trenzinho – Carro para conhecer parte externa

No inverno a luz do dia vai embora muito cedo, por volta das 16h30. Foi interessante notar que, ao meio dia, observando dos jardins o céu, o sol em momento algum fica a pino. Coisas do inverno no hemisfério Norte.

Grand Trianon
Grand Trianon
Grand Trianon
Grand Trianon – Vista externa
Petit Trianon – Vista dos Fundos
Templo do Amor
Lago Central

Encerrada a visita, famintos que estávamos, tomamos um capuccino em um Mc Donalds próximo à estação do trem que nos levaria de volta a Paris. Fizemos ainda uma parada estratégica para conhecer o Museu D´Orsay. Para tanto, descemos na estação de mesmo nome do museu, deixando o RER para trás. Pelo adiantado da hora o museu estava fechado, tendo ficado definitivamente para nosso próximo retorno à cidade luz.

Fizemos parada estratégica no Quartier Latin, estação Saint-Michel Notre Dame, para jantarmos e este foi sem dúvida o melhor menu, nos poucos dias passados na França. Encontramos na rue Rue de la Huchette, nº 22,  o L´Auberge Du Moulin e depois da refeição, um passeio na região cheia de turistas e lojas para compras finais.

Fontes: viajeaqui.abril.com.br, conexaoparis.com.br

Por Cristiano e Letícia, casal de mineiros de BH.

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