Chegando em Veneza

Veneza

Veneza, 30 de novembro de 2014 – Dia 07

Esse dia foi quase totalmente dedicado ao traslado Paris-Veneza. Saímos cedo para aeroporto Charles de Gaulle via trem, pegando na estação próxima ao hotel o ticket especial, com a devida orientação dos policiais que madrugam como nós. Por sorte acertamos nosso Terminal, pois estávamos sem os vouchers, que iríamos pegar durante nosso check in. Muito bem atendidos pela Air France e depois de embalarmos nossas bagagens com o Safety Bag o atendente nos confundiu com russos. Era muito cedo para entendermos aquilo, mas o momento era de aguardar o voo com um bom café e jornal para colocar em dia as notícias.

Nosso voo saía de manhã cedo, e desembarcamos no aeroporto Marco Polo, na cidade de Mestre, por volta de 10:30 da manhã. Pegamos nossas bagagens e nos dirigimos até o cais de embarque numa espécie de catamarã que leva do aeroporto até Veneza, com pontos de desembarque já no coração do centro histórico. O local fica à esquerda do desembarque mas há opções também de ônibus, que deixam os turistas na parte norte da ilha. De certo, seguimos via barco, até a praça San Marco, que fica próximo ao nosso hotel.

Há pelo menos duas companhias que operam nesse trajeto, mas optamos pela Alilaguna. O valor do ticket pode ser conferido no site da empresa de forma mais atualizada. A viagem, todavia, leva cerca de duas horas, conforme a linha escolhida, já que a embarcação vai parando em cada ilha no percurso, tais como Lido e outras. Mas a viagem em si é proveitosa e da janela do catamarã é possível obter belas imagens. Nosso ponto de chegada era a parada San Marco, já bem na praça de São Marcos. Dali, andamos cerca de duzentos metros, debaixo de uma chuvinha gelada, até chegarmos ao nosso hotel, o San Gallo. Esse hotel, apesar de bem modesto, fica muitíssimo bem localizado na cidade, praticamente na praça de São Marcos.

Sua decoração é fiel ao estilo veneziano, com papéis de parede e cortinas em tecido adamascado, e abundam lustres feitos em vidro colorido. Após o check-in, já eram cerca de duas ou três da tarde e estávamos famintos, então fomos procurar uma boa refeição. Comemos nas proximidades do hotel uma pizza generosa para cada um, grandes, quase transbordando do prato em que servidas. O garçon, muito gentil, nos ofereceu ao final um cálice do Limoncello, delicioso licor de limão que faz aquecer até no mais gelado inverno.

De lá, o restante do dia foi preenchido com caminhadas pelas redondezas da praça de São Marcos e sua galeria de lojas e restaurantes, admirando o contraste das luzes no mármore branco com o céu tão preto já por volta das cinco da tarde. Em Veneza há que se atentar aos inconvenientes vendedores de flores, que parecem oferecer um ramo de cortesia às mulheres e depois ficam perseguindo os turistas cobrando pela flor.

Por Cristiano e Letícia, casal de mineiros de BH.

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